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quinta-feira, 21 de junho de 2012

O que é que não percebi (ainda)?!!!...



Portugal na Hora da Verdade
Como vencer a crise nacional
Colecção: Trajectos
Páginas: 576
Ano de edição: 2011
ISBN: 978-989-616-413-3
Capa: Brochado (capa mole)
14,5 €
13,05 €

Após ler o livro, escrito pelo agora Sr. Ministro da Economia e do Emprego - Álvaro dos Santos Pereira, fiquei todo "baralhadito das ideias"! E passo a explicar, pois o livro é bem recente, (ano de edição: 2011). Na página nº 511 do "Portugal na Hora da Verdade - Como Vencer a Crise Nacional" o Sr. Ministro diz, (e passo a transcrever):  

"... há fortes indícios de que o nosso Estado está a matar a economia nacional. No entanto, isso não quer dizer que os funcionários públicos sejam os responsáveis por esta situação. Com efeito, nada poderia estar mais errado. Uma verdadeira reforma do Estado que torne as nossas contas públicas saudáveis e sustentáveis não deve ser feita contra os funcionários públicos ou contra o serviço público. Muito pelo contrário. Uma verdadeira reforma da administração pública terá de melhorar o serviço público, não piorá-lo. ... Uma verdadeira reforma do estado terá de incentivar a auto-estima dos funcionários públicos...  Finalmente, uma verdadeira  e duradoura reforma do nosso Estado não poderá encarar a necessária dieta da administração pública como uma mera poupança de euros e de despesa pública, mas sim como uma oportunidade única para melhorar a eficiência do Estado e, assim, simplificar e auxiliar a vida dos portugueses. É neste sentido que uma reforma da administração pública tem de ser feita com os funcionários públicos e não contra eles. Porquê? Porque toda e qualquer reforma que seja contra os funcionários públicos está condenada ao fracasso. ... A culpa do descalabro das finanças públicas nacionais não é dos funcionários públicos, é dos governos. ..."
Ora, no que respeita a melhorar o serviço público e a incentivar a auto-estima dos funcionários públicos, ou eu estou na Administração Pública errada, ou o senhor ministro da Economia anda a comer demasiado queijo! Compreendo-o mais, se quiser dizer: Façam aquilo que eu digo e não aquilo que eu faço?!... Só assim o entendo!

Isto, para não falar da "suspensa reforma" das chorudas rendas das PPP, que ainda não vi solucionar! Aí é que estamos completamente de acordo (Senhor Ministro), no que respeita à sucessiva culpa dos governos.

Depois admirem-se! Como desesperadamente dizem os gregos: "são todos iguais"!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Deprimente... (2)


Estes são os resultados da crise:
Em apenas dois anos o número de portugueses inscritos nos consulados, aumentou em 324 mil pessoas. Em 2009 houve um acréscimo de 175 mil face a 2008 e em 2010 os portugueses no estrangeiro aumentaram 149 mil face ao ano anterior. Países como a França, Brasil, Angola, Reino Unido e Suiça, são os cinco países mais procurados.

Os registos consulares integram os cidadãos que regularmente utilizam os serviços para obter documentação, pelo que a estes (tristes) números, será necessário somar os (de todos) bem conhecidos "turistas a trabalhar ilegalmente", que estão fora destas estatísticas, mas que na verdade engrossam esta realidade (bem mais) dolorosa.

Deprimente... (1)


Estamos de regresso ao Estado Novo?...
Por dia emigram 408 portugueses.
Três milhões e meio de portugueses, já vivem e trabalham no estrangeiro.



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

País está mais pobre.



A recessão agravou-se com o PIB a contrair-se mais 0,4% no terceiro trimestre.

  
A economia portuguesa contraiu-se mais 0,4% no terceiro trimestre face ao segundo, o que levou a uma contracção em 1,7% do PIB face ao mesmo período de 2010. O país leva já um ano em recessão.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Economia paralela em Portugal já ronda os 20% do PIB


A economia paralela deverá crescer duas décimas em Portugal este ano, para 19,4% do produto interno bruto (PIB), contra os 19,2% de 2010 ou os 18,7% de 2008. Ao todo são 33,122 mil milhões de euros que vão fugir a qualquer controlo por parte do Estado.

Médicos e advogados pertencem à classe dos que mais fogem aos impostos, embora o fenómeno se alargue a um sem-número de trabalhadores, como canalizadores ou electricistas, que não passam facturas dos serviços que prestam.

Estima-se que este ano o volume da economia paralela na Europa seja de 2,2 biliões de euros, mais 5% que em 2008.

Pelo menos uma pequena fatia desta economia informal vai servindo para aguentar o ganha-pão de uma pequena parte da sociedade que já está em dificuldades e por essa via acaba por entrar na economia formal.

Os números constam da edição de 2011 do estudo "The Shadow Economy in Europe" ("A Economia-Sombra na Europa").

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Governo quer arrecadar receita suplementar até 23 de Dezembro

 
A sua empresa deve-lhe salários?
 Não tem dinheiro para lhe pagar?
Está em falência técnica?

Não faz mal. De uma coisa pode estar certo. Antes de fazer contas consigo, a empresa vai ter de pagar, no máximo até 23 de Dezembro, os 50% do subsídio de Natal que excedem o salário mínimo nacional, actualmente fixado em 485 euros.

Este rombo abrange todas as empresas, das cumpridoras às não cumpridoras, e surge numa altura em que a esmagadora maioria das tesourarias está pelas ruas da amargura – o que pode pôr em causa o pagamento do 14º mês a milhares de trabalhadores.

Ou seja, é bem possível que muitos possam não receber o subsídio de Natal.

É caso para dizer: Malvada crise!!!...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Défice de 8,3% do PIB complica contas do segundo semestre


Números da primeira metade do ano foram “piores que o esperado”. Défice do segundo trimestre agravou face ao início do ano. A execução orçamental já não tem margem para mais derrapagens, depois dos números do défice orçamental na primeira metade do ano terem saído acima do esperado.

O nosso comentário: A vida está difícil! Ai, está, ... está!...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Entramos em espiral de loucura?...


Regulador quer subir preço da eletricidade em 30% para 2012 (DE)


O preço da eletricidade para as famílias portuguesas promete registar, no próximo ano, um aumento sem precedentes. As estimativas preliminares da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), segundo o Diário Económico apurou, apontam para um agravamento que andará na casa dos 30%.

A este valor, ainda é preciso adicionar o aumento do IVA de 6% para 23%. 

Face ao agravamento do custo de vida e ao congelamento dos preços, é fundamental no momento que vivemos, que impere o bom senso. Espero!...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Existe "democracia" ou "comem" todos!

O secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Santos, garantiu hoje que a regra que impede a acumulação de pensões e salários se aplica a todos os funcionários públicos, que serão obrigados a optar entre as duas remunerações.

A imprensa noticiou hoje que, fora os detentores de cargos políticos, o Governo tinha concedido uma excepção aos funcionários que acumulam salários e pensões, o que beneficiaria os nomeados para as empresas públicas e direcções gerais, que poderiam assim manter a acumulação até ao final do mandato.

Porém o Secretário de Estado, afirma que "não há qualquer excepção à regra de acumulação." Para Castilho dos Santos, a lei aplica-se "sobretudo às actuais situações de acumulação. Ou seja, aquelas pessoas que estavam hoje a beneficiar da autorização para acumular terão de fazer agora uma opção, a partir do momento em que entra em vigor o decreto-lei, que aguardamos publicação em breve".

No que toca aos funcionários públicos que recebem reformas pela Segurança Social, ou outros sistemas de pensões, o secretário de Estado disse que a legislação atual já impede a acumulação.

Enfim, vai-se "moralizando" aqui e "desmoralizando" acolá!... Vidé os vencimentos da Administração Pública nos Açores. Será a nossa sina?...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Trabalho a favor da natalidade...

 Com o objectivo de reduzir a despesa pública, foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 116/2010, de 22 de Outubro. Este diploma, altera as regras relativas à atribuição do abono de família. A partir de 1 de Novembro, as crianças e os jovens cujas famílias estão nos 4.º e 5.º escalões de rendimento deixam de receber abono de família.
Também o aumento de 25% do abono de família para os 1.º e 2.º escalões, fixado em 2008, é anulado com este diploma.
As crianças e os jovens cujas famílias estão nos três primeiros escalões continuam a receber abono.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nova medidas adicionais e alguma falta de imaginação...

O Governo aprovou hoje o conjunto de medidas adicionais de descida da despesa, em que se aumenta em um ponto percentual a contribuição dos trabalhadores da administração pública para a Caixa Geral de Aposentações, ou seja, parece que a factura vai continuar a ser paga (sempre) pelos mesmos.

O Governo avança ainda com a eliminação da possibilidade de acumulação de vencimentos públicos com pensões do sistema público de aposentação.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Portugal abaixo da Grécia


Em 2009, o Produto Interno Bruto per capita de Portugal, em Paridade de Poder de Compra, esteve ao nìvel de Malta, e ficou a 17 pontos percentuais da Grécia e a 25 pontos de Espanha, revela o Eurostat.
 
Isto é que é "involuir"!!!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Valha-nos isso...Portugal trava destruição de emprego.

Portugal acompanhou a zona euro e travou a destruição de emprego nos primeiros três meses do ano, face ao trimestre anterior.

Os países da zona euro conseguiram travar a destruição de emprego no primeiro trimestre do ano, face aos três meses anteriores. Portugal acompanhou a tendência, (dados divulgados pelo Eurostat) . De acordo com o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), Portugal (à semelhança de Espanha, Alemanha e França) não criou nem destruiu emprego entre Janeiro e Março, relativamente ao trimestre anterior.

No conjunto dos países da UE foram no entanto destruídos cerca de 455 mil postos de trabalho, um retrocesso de 0,2% face ao último trimestre de 2009.

domingo, 13 de junho de 2010

Boas notícias... Economia potuguesa cresce.

Economia portuguesa cresce 1,8% no primeiro trimestre

O produto interno bruto (PIB) português subiu 1,8% no primeiro trimestre, face a período homólogo do ano anterior. Este valor é uma revisão em alta dos últimos números divulgados pelo INE.

Estamos mais pobres no estrangeiro...

No espaço de 12 meses, sair de Portugal significa ter menos dinheiro no estrangeiro. Pelo menos, fora dos 20 Estados que utilizam o euro como divisa e de alguns países que têm as moedas indexadas à moeda única.

Entre Junho de 2009 e Junho de 2010, a moeda europeia caiu quase 19% face ao real brasileiro. Se antes, 100 euros representavam 274 reais, agora os mesmos 100 euros são trocados por apenas 223 reais. Mais a norte, quem se deslocar aos Estados Unidos da América não vai conseguir trocar 100 euros por mais de 120 dólares, quando há um ano os mesmos euros compravam 140 dólares.

A vida está difícil, até para sairmos da depressão que nos atinge... Ái está, está!!!!...

Português sofreeeeeeeeee!!!...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O fascismo financeiro

Um dos sinais da crise da democracia é a emergência do fascismo social. Não se trata do regresso ao fascismo do século passado. Não se trata de um regime político, mas antes de um regime social. Em vez de sacrificar a democracia às exigências do capitalismo, promove uma versão empobrecida de democracia que torna desnecessário e mesmo inconveniente o sacrifício. Trata-se, pois, de um fascismo pluralista e, por isso, de uma forma de fascismo que nunca existiu, com cinco formas de sociabilidade fascista, uma das quais é o fascismo financeiro.

O fascismo financeiro é talvez o mais virulento. Comanda os mercados financeiros de valores e de moedas, a especulação financeira global, um conjunto hoje designado por economia de casino. Esta forma de fascismo social é a mais pluralista na medida em que os movimentos financeiros são o produto de decisões de investidores individuais ou institucionais espalhados por todo o mundo e, aliás, sem nada em comum senão o desejo de rentabilizar os seus valores. Por ser o fascismo mais pluralista é também o mais agressivo, porque o seu espaço-tempo é o mais refractário a qualquer intervenção democrática. Significativa, a este respeito, é a resposta do corretor da bolsa de valores quando lhe perguntavam o que era para ele o longo prazo: "Longo prazo para mim são os próximos dez minutos." Este espaço-tempo virtualmente instantâneo e global, combinado com a lógica de lucro especulativa que o sustenta, confere um imenso poder discricionário ao capital financeiro, praticamente incontrolável apesar de suficientemente poderoso para abalar, em segundos, a economia real ou a estabilidade política de qualquer país.

A virulência do fascismo financeiro reside em que ele, sendo de todos o mais internacional, está a servir de modelo a instituições de regulação global crescentemente importantes, apesar de pouco conhecidas do público. Segundo o colunista do New York Times, Thomas Friedman, "o mundo do pós-guerra fria tem duas superpotências: os EUA e a agência Moody's". Se a primeira pode eliminar o inimigo, utilizando arsenal militar, a segunda tem poder para estrangular financeiramente um país, atribuindo-lhe uma má nota".

A virulência do fascismo financeiro reside no seu potencial de destruição, na sua capacidade para lançar no abismo da exclusão países pobres inteiros. Se antes se pensava apenas nos países do chamado Terceiro Mundo, esta verdade recupera-se hoje para os países da União Europeia.

(Retirado de um artigo de Boaventura Sousa Santos)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Rebate de consciência

Para reduzir o défice do Estado o Ministro das Finanças diz que medidas de austeridade vigoram “enquanto for necessário”.

O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou hoje que as medidas de austeridade adicionais anunciadas pelo Governo na semana passada deverão manter-se enquanto forem necessárias para assegurar a redução do défice, depois de o primeiro-ministro ter afirmado que durariam um ano e meio.

“São medidas que se mantém enquanto forem necessárias para assegurar que a redução do défice é sustentável e duradoura”, sublinhou Teixeira dos Santos, em Bruxelas, à margem de uma reunião dos ministros das Finanças da União Europeia.

Valha-nos isso! Deu-lhes um rebate de consciência, no mínimo já ficamos a saber, (sem o benefício da dúvida) que "o filme" é para durar, pois os disparates continuados, só podem terminar na manutenção do estado de coisas. Até (já) dói, ter sempre razão! Vide o artigo neste blogue Aumento de impostos dura até final de 2011.

domingo, 16 de maio de 2010

Escândalo...


Tomei conhecimento através do blogue acreditarparavivermelhor, que o orçamento da Assembleia da República contempla:
* 3 milhões de euros para Assistência Técnica;
* 3 milhões e meio de euros para Outros Trabalhos Especializados;
* 2 milhões de euros para Equipamento Informático;
* 2 milhões e meio de euros para Outros Investimentos;
* 2 milhões e meio de euros para Edifícios;
* 1 milhão de euros para Restaurante, Cafetaria, etc.

Para um país que está mais próximo das bancarrota do que (efectivamente) se diz, parece-me que meio mundo, já perdeu a noção da realidade.
Por este andar, já não há Senhora de Fátima ou Senhor Roubado que nos valha!
Pelo amor da Santa!
MANIF'S já! Vamos pôr fim a esta bagunça!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Portugal mais próximo da bancarrota


No dia que ficará para a história desta crise como a "terça-feira negra" da crise de default, Portugal ultrapassou Dubai e Iraque e subiu ao 6.º lugar, com mais de 28% de risco de bancarrota. A Grécia mantém-se em 1.º lugar com perto de 48% de risco e Irlanda e Espanha continuam em trajectória de alta.

Num movimento similar ao já ocorrido com a Grécia, que ultrapassou a Argentina e a Venezuela, posicionando-se em primeiro lugar, também Portugal viu o risco de bancarrota subir para 28,43%, ultrapassando o Dubai e o Iraque, estando, agora, em 6º lugar.

O 27 de Abril ficará para a história desta crise de default como a terça feira "negra". A Grécia viu a sua notação de crédito passar ao estatuto de "lixo" e Portugal viu o seu rating baixar dois níveis, para A-, por decisão da agência Standard& Poor's.

A formação em voo dos quatro países (Grécia, Portugal, Irlanda e Espanha) mantém-se, confirmando a análise do Fundo Monetário Internacional sobre os elos fracos da zona euro, ameaçada de um risco de defaults (incumprimento de dívida) em série.

A especulação está em alta.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

FMI mais pessimista sobre Portugal



O Fundo Monetário Internacional reduziu a previsão de crescimento para este ano de 0,4% para 0,3%. Em 2011, as estimativas apontam para um crescimento de 0,7%, ambas as projecções abaixo dos valores esperados pelo Governo.
A taxa de desemprego deverá chegar este ano aos 11% e só em 2011 começará a baixar, para 10,3%. Ao mesmo tempo, a inflação será menor do que o previsto no Outono do ano passado: 0,8% e 1,1%. Ainda assim, estimativas apontam para que Portugal seja o segundo país da zona euro com maior probabilidade de causar problemas aos seus pares da moeda única.

Português sofre!!!...