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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Menos 16 mil funcionários públicos no último ano.


No espaço de um ano, a Administração Central portuguesa passou a contar com menos 16.054 funcionários, uma redução de 3,1%, num universo total de 507.930 trabalhadores, no final de Junho de 2010.
Contudo, o ritmo de redução do número de funcionários alterou-se nos últimos meses. Da queda de 16.054 funcionários, 11.560 aconteceram na segunda metade de 2010 e 4494 na primeira metade de 2011.
O Governo já tinha indicado que a redução de 0,9% na primeira metade do ano não irá permitir atingir o objectivo de corte de 3,6% previsto no memorando assinado pela troika, pelo que terá de haver um esforço adicional a este nível nos próximos anos.
Esperam-nos tempos difíceis.

Um País a várias velocidades?...


Assim, não há Governo ou TGV que nos valha!

Em entrevista hoje ao DN/Dinheiro Vivo, o Secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, quando questionado sobre:
"Como está a correr a redução de funcionários nas administrações regional e local?"

Respondeu:
"A administração regional tem autonomia. Não há nenhuma obrigação de reporte de emprego público ao Governo Central."

Oh, Senhor Secretário de Estado! Então é necessário reduzir os funcionários públicos em 2% ao ano e o que tem para nos dizer, é que a Administração Local e Regional não têm de fazer reporte ao Governo Central?

Trabalhando desta forma, está mais do que visto! É certo e sabido que saem as gorduras pela "porta" da Administração Central e vai daí, já estão "as ditas" a entrar pela porta da Administração Local e Regional, não dura nada.

Pois é! Assim a ser, não há "Troika", "acordo" ou "Governo" que nos valha!...