O Movimento Odivelas no Coração vai inaugurar a sua Sede, no dia 3 de Junho de 2008, pelas 21 horas.
Programação:
- Recepção a Convidados e Aderentes;
- Momento musical;
- Intervenção do Coordenador do Movimento Odivelas no Coração;
- Porto de Honra;
- Momento musical.
Estão convidados todos os Residentes e Amigos do Concelho de Odivelas.
sábado, 31 de maio de 2008
Uma questão de prática... da Galp Energia
Bruxelas aplica multa de 8,6 milhões de euros à Galp Energia.
A Comissão Europeia aplicou uma multa de 8,6 milhões de euros à Galp Energia por concertação de preços no mercado de betume para asfalto em Espanha, anunciou o executivo comunitário em comunicado.
Bruxelas infligiu no total uma multa de 183 milhões de euros às cinco empresas envolvidas na concertação de preços: BP, Repsol, Cepsa, Nynas e Galp.
Será que a Galp Energia vai repetir a dose, (em multa) por causa dos sucessivos aumentos dos combustiveis em Portugal?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Ao Maio de 68
Com a devida vénia, pelo lema: É PROÍBIDO PROIBIR!
Aos jovens, (daquela época e aos de hoje) pela sua rebeldia.
Por um mundo melhor.
Aos jovens, (daquela época e aos de hoje) pela sua rebeldia.
Por um mundo melhor.
sábado, 24 de maio de 2008
Um passarinho sussurrou-me...
Um visitante deste Blogue, enviou-nos a sua opinião relativamente ao título supra referenciado, datado de 17.Maio.2008. Propõe-nos uma correcção ao referido assunto, a que acedemos, pois importa repor a verdade dos factos!
Afinal o Ponto Único: Discussão de Acta da Assembleia anterior, não aconteceu na Assembleia Municipal, mas sim numa Comissão Especializada da referida Assembleia Municipal (... de especializadas nada têm, há apenas uma excpeção, as outras só facturam), refere o mail.
Mas associadas a esta correcção, vieram algumas novidades, que julgo devem ser públicas!
Pois bem, estas Comissões Especializadas são compostas por cerca de 9 elementos e reunem 2 vezes por mês, sendo que, a que facturou pela árdua tarefa de aprovar uma acta, é liderada por um brilhante socialista que até foi autarca do ano.
Vamos a contas! Porque é disto que o meu "povo gosta": Existem 4 ou 5 Comissões Especializadas e cada uma tem 9 elementos, reune duas vezes por mês, o que significa cerca de 90 senhas de presença/mês, à módica quantia de 70€ cada senha, multiplicado por 12 meses, totaliza a bela quantia de 75.600€, sendo que, não podemos esquecer que é necessário uma equipa de funcionários para apoio, acrescendo por isso as respectivas horas extraordinárias, a que justamente os mesmos têm direito.
E, já que estamos em maré de contas, passamos à Assembleia Municipal. Se tivermos em conta que a média de reuniões da mesma, andará à volta de duas por mês, o que perfaz 24 reuniões anuais, a multiplicar pelos 40 deputados municipais, a 70€ cada um por sessão, totaliza anualmente um montante próximo dos 67.200€. Não esqueçamos também aqui as horas extras para a equipa de apoio.
Para completar o ramalhete, recordamos que aos valores anteriormente referenciados, pode ainda acrescer as senhas de presença dos vereadores sem pelouros, que são 4, recebendo cada um uma senha de presença na ordem dos cento e picos euros, o que perfaz uma quantia próxima dos 10.000€.
Está portanto, reposta a verdade dos factos e ainda ficamos a saber como é "derretido" o nosso rico dinheirinho. Então não é fartar vilanagem?
A este ritmo, aposto que os cidadãos de Odivelas vão sentir no bolso, a breve trecho, estes desvarios. Depois, não digam que eu não voltei a avisar!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Com a devida vénia!
Retirado do Blog, Tomar Partido (artigo datado de 6.Maio.2008):
(Nasceu o Movimento Odivelas no Coração. É um movimento de cidadãos interessados na melhoria da qualidade de vida e no incremento da actividade cívica no Concelho de Odivelas.
... Estejam à vontade. É gente boa e séria.)
Parabéns pela imparcialidade e por Tomar Partido quando a consciência o exige!
(Nasceu o Movimento Odivelas no Coração. É um movimento de cidadãos interessados na melhoria da qualidade de vida e no incremento da actividade cívica no Concelho de Odivelas.
... Estejam à vontade. É gente boa e séria.)
Parabéns pela imparcialidade e por Tomar Partido quando a consciência o exige!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Preço do gasóleo sobe a partir da meia-noite
O gasóleo vai estar mais caro dois cêntimos por litro na Repsol a partir da meia-noite, avançou a SIC.
Este é o terceiro aumento consecutivo depois da mesma medida já ter sido implementada na semana passada pela Galp e BP, sendo que nesta última operadora de mercado subiu também o preço da gasolina sem chumbo, que passou a custar mais um cêntimo.
Este é o terceiro aumento consecutivo depois da mesma medida já ter sido implementada na semana passada pela Galp e BP, sendo que nesta última operadora de mercado subiu também o preço da gasolina sem chumbo, que passou a custar mais um cêntimo.
Desde o início do ano, verificaram-se vinte aumentos no preço dos combustíveis.
Meus senhores, estamos na "República das Bananas". Por este andar, não faltará muito para este País ser governado pelas Multinacionais, (será que já não é?) uma vez que a subjugação politica ao poder económico nos parece oficial. Senão vejamos:
No dia 9 de Maio, o barril de crude atingiu os 125 $USD (dólares). No entanto, hoje (20/5/2008), esta mesma moeda caíu, face ao euro (€) para 1.5577 $USD.
Considerando que o barril de petróleo é pago em dólares, isso significa que actualmente esse mesmo barril, tem o custo de 80.24 €.
Como é possível que face ao preço que apresentamos, os combustiveis já tenham aumentado vinte vezes este ano?
É mais do que claro, que estes preços são concertados! Os nossos queridos governantes estão à espera de quê, para acabar com esta palhaçada? Depois não digam que a população é má lingua, quando refere "à boca cheia" que se fosse um remediado comerciante, este era crucificado.
sábado, 17 de maio de 2008
Um passarinho sussurrou-me...
Chegou-me aos ouvidos, que foi realizada recentemente uma Assembleia Municipal em Odivelas com um só ponto de discussão:
Ponto Único - Discussão da Acta da Assembleia anterior.
Após a árdua tarefa de aprovar a referida Acta, os nossos representantes autárquicos na Assembleia Municipal receberam a módica quantia de 70€ (setenta euros) cada um.
Matemáticamente falando, como os nossos queridos representantes na Assembleia Municipal de Odivelas são 40 (quarenta), multiplicado por 70€ euros, obtemos a módica quantia de 2.800€ para aprovar a acta da Assembleia anterior.
É preciso "lata" meus senhores! É fartar vilanagem!
A este ritmo, aposto que os cidadãos de Odivelas vão sentir no bolso, a breve trecho, estes desvarios. Depois, não digam que eu não avisei!
Ponto Único - Discussão da Acta da Assembleia anterior.
Após a árdua tarefa de aprovar a referida Acta, os nossos representantes autárquicos na Assembleia Municipal receberam a módica quantia de 70€ (setenta euros) cada um.
Matemáticamente falando, como os nossos queridos representantes na Assembleia Municipal de Odivelas são 40 (quarenta), multiplicado por 70€ euros, obtemos a módica quantia de 2.800€ para aprovar a acta da Assembleia anterior.
É preciso "lata" meus senhores! É fartar vilanagem!
A este ritmo, aposto que os cidadãos de Odivelas vão sentir no bolso, a breve trecho, estes desvarios. Depois, não digam que eu não avisei!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Frase (mesmo triste)
Fico triste quando vejo jornalistas a desistirem de uma missão e, com enorme leveza, mudarem de rumo de vida como quem muda de roupa. Fico decepcionada quando vejo as empresas a seduzirem profissionais do jornalismo para se transformarem em gestores de marca. São objectivos completamente distintos.
Christiana Martins, jornalista
Christiana Martins, jornalista
Por mero acaso, alguém já viu este filme trágico-cómico, em Odivelas?
"À mulher de César não é só necessário sê-lo, também precisa de parecê-lo!"
Ele há Pessoas... que começam a desiludir-me seriamente! Não é necessário descer tão baixo, para manter o Poder.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Entrevista de elemento fundador do Movimento Odivelas no Coração - Vitor Peixoto
Odivelas, 06 Mai (Lusa) ‐ Vítor Peixoto, ex‐vice‐presidente socialista da câmara de Odivelas, está descontente com a actual presidente Susana Amador (PS), e decidiu formar um movimento cívico independente para concorrer às eleições autárquicas de 2009.
Vítor Peixoto, além de vice‐presidente, foi responsável pelos pelouros dos Transportes, Obras Municipais, Desporto, Fiscalização Municipal e Protecção Civil, cargos que exerceu a até 26 de Abril do ano passado altura em que renunciou ao seu mandato alegando "falta de lealdade e fidelidade por parte do Executivo e do Partido Socialista local".
Agora, um ano depois da sua renúncia, Vítor Peixoto, em declarações à Lusa, confessa que está a preparar o regresso à vida política, mas "desvinculado de qualquer partido", por acreditar que estes "têm muitas limitações e amarras". A minha vida partidária está esgotada, mas a minha actividade cívica não, porque sou incapaz de estar parado", afirma.
O Movimento Odivelas no Coração, foi constituído a 16 de Janeiro deste ano, e conta com uma comissão instaladora de seis elementos [entre eles Vítor Peixoto], que dirigem o movimento até à realização das primeiras eleições para os seus Órgãos Sociais da Associação.
"Somos um movimento que não está contra ninguém, nem mesmo contra os partidos políticos, aliás o movimento até pode ter um efeito regenerador no seio dos partidos pois obriga‐os a adoptar outra postura", afirma Vítor Peixoto, explicando que aquilo que o movimento pretende é "simplesmente defender e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de Odivelas".
"Hoje existem mais condições para o surgimento de movimentos cívicos, porque as pessoas estão cansadas do modo como é gerida a causa pública e por isso cada vez se afastam mais da participação cívica. Neste movimento as pessoas terão total liberdade e autonomia, pois não olhamos a cores partidárias", garante Vitor Peixoto, salientando que "neste executivo municipal acontece isso".
Quanto ao movimento, o antigo autarca diz que "tem sido bem recebido pelos odivelenses que têm demonstrado um grande interesse em participar".
"Há muita gente que se cruza comigo na rua e me vem falar do movimento e no seu interesse em participar nele. Isto quer dizer alguma coisa", constata.
"Insatisfação e falta de identificação" são os sentimentos de Vítor Peixoto para com as políticas do executivo liderado pela socialista Susana Amador, as quais na sua maioria considera irresponsáveis e sem rumo por não estabelecerem as reais prioridades".
"Como é possível uma câmara que está endividada, gastar neste mandato sete milhões de euros em Cultura", questiona, defendendo que "não é uma área prioritária".
A Saúde é "outra pedra no charco tanto no concelho de Odivelas como a nível nacional", diz Vítor Peixoto que lamenta "a atitude passiva da câmara municipal".
"Temos um centro de saúde prometido para Odivelas há mais de 20 anos e até agora nada. O actual situa‐se num prédio sem as mínimas condições", diz, defendendo que "a expansão demográfica do concelho fez sentir necessidades de construção de outros centros de saúde na Ramada, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto", sendo que os dois últimos se encontram protocolados com o governo desde 2001, "sem que esse protocolo seja cumprido". Por resolver está ainda a construção do centro de saúde da Pontinha "por razões que se prendem com impasses burocráticos de entidades do estado", explica.
A transferência das urgências para Loures resulta, na opinião de Vítor Peixoto, da "inoperância e incapacidade do actual executivo municipal PS e PSD".
"Esta presidente da câmara não passa de uma delegada do governo. Não é capaz de defender o seu território como outros autarcas o fazem", afirma, dando o exemplo da autarca de Setúbal.
"É necessário fazer pressão sobre o poder central. Uma câmara tem de fazer mais e melhor, não apenas show off e publicidade, gastando rios de dinheiro para promover a imagem da presidente", realça.
Vítor Peixoto lamentou ainda o facto de 35 mil odivelenses estarem sem médico de família, e referiu que "o buzinão que se fez ouvir no passado dia 5 de Abril foi um claro sinal de insatisfação da população".
Caso o Movimento Odivelas no Coração vença as eleições em 2009, Vítor Peixoto diz que pretende "alterar as prioridades de intervenção municipal de acordo com as necessidades e características do território", assim como "dotar a câmara de um serviço de qualidade e proximidade com os cidadãos", pois, na sua opinião, "o actual serviço camarário é muito burocrático".
FYS
© 2008 LUSA ‐ Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008‐05‐06 18:15:03
Vítor Peixoto, além de vice‐presidente, foi responsável pelos pelouros dos Transportes, Obras Municipais, Desporto, Fiscalização Municipal e Protecção Civil, cargos que exerceu a até 26 de Abril do ano passado altura em que renunciou ao seu mandato alegando "falta de lealdade e fidelidade por parte do Executivo e do Partido Socialista local".
Agora, um ano depois da sua renúncia, Vítor Peixoto, em declarações à Lusa, confessa que está a preparar o regresso à vida política, mas "desvinculado de qualquer partido", por acreditar que estes "têm muitas limitações e amarras". A minha vida partidária está esgotada, mas a minha actividade cívica não, porque sou incapaz de estar parado", afirma.
O Movimento Odivelas no Coração, foi constituído a 16 de Janeiro deste ano, e conta com uma comissão instaladora de seis elementos [entre eles Vítor Peixoto], que dirigem o movimento até à realização das primeiras eleições para os seus Órgãos Sociais da Associação.
"Somos um movimento que não está contra ninguém, nem mesmo contra os partidos políticos, aliás o movimento até pode ter um efeito regenerador no seio dos partidos pois obriga‐os a adoptar outra postura", afirma Vítor Peixoto, explicando que aquilo que o movimento pretende é "simplesmente defender e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de Odivelas".
"Hoje existem mais condições para o surgimento de movimentos cívicos, porque as pessoas estão cansadas do modo como é gerida a causa pública e por isso cada vez se afastam mais da participação cívica. Neste movimento as pessoas terão total liberdade e autonomia, pois não olhamos a cores partidárias", garante Vitor Peixoto, salientando que "neste executivo municipal acontece isso".
Quanto ao movimento, o antigo autarca diz que "tem sido bem recebido pelos odivelenses que têm demonstrado um grande interesse em participar".
"Há muita gente que se cruza comigo na rua e me vem falar do movimento e no seu interesse em participar nele. Isto quer dizer alguma coisa", constata.
"Insatisfação e falta de identificação" são os sentimentos de Vítor Peixoto para com as políticas do executivo liderado pela socialista Susana Amador, as quais na sua maioria considera irresponsáveis e sem rumo por não estabelecerem as reais prioridades".
"Como é possível uma câmara que está endividada, gastar neste mandato sete milhões de euros em Cultura", questiona, defendendo que "não é uma área prioritária".
A Saúde é "outra pedra no charco tanto no concelho de Odivelas como a nível nacional", diz Vítor Peixoto que lamenta "a atitude passiva da câmara municipal".
"Temos um centro de saúde prometido para Odivelas há mais de 20 anos e até agora nada. O actual situa‐se num prédio sem as mínimas condições", diz, defendendo que "a expansão demográfica do concelho fez sentir necessidades de construção de outros centros de saúde na Ramada, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto", sendo que os dois últimos se encontram protocolados com o governo desde 2001, "sem que esse protocolo seja cumprido". Por resolver está ainda a construção do centro de saúde da Pontinha "por razões que se prendem com impasses burocráticos de entidades do estado", explica.
A transferência das urgências para Loures resulta, na opinião de Vítor Peixoto, da "inoperância e incapacidade do actual executivo municipal PS e PSD".
"Esta presidente da câmara não passa de uma delegada do governo. Não é capaz de defender o seu território como outros autarcas o fazem", afirma, dando o exemplo da autarca de Setúbal.
"É necessário fazer pressão sobre o poder central. Uma câmara tem de fazer mais e melhor, não apenas show off e publicidade, gastando rios de dinheiro para promover a imagem da presidente", realça.
Vítor Peixoto lamentou ainda o facto de 35 mil odivelenses estarem sem médico de família, e referiu que "o buzinão que se fez ouvir no passado dia 5 de Abril foi um claro sinal de insatisfação da população".
Caso o Movimento Odivelas no Coração vença as eleições em 2009, Vítor Peixoto diz que pretende "alterar as prioridades de intervenção municipal de acordo com as necessidades e características do território", assim como "dotar a câmara de um serviço de qualidade e proximidade com os cidadãos", pois, na sua opinião, "o actual serviço camarário é muito burocrático".
FYS
© 2008 LUSA ‐ Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008‐05‐06 18:15:03
terça-feira, 29 de abril de 2008
Frase (mesmo triste)
"Portugal vai ser ultrapassado pela Estónia e pela Eslovénia já este ano em riqueza produzida por habitante. É uma história triste que, desde 2005 – quando fomos ultrapassados pela Grécia – se tornou demasiado repetitiva para surpreender."
Pedro Marques Pereira, editorial do "Diário Económico", 29 de Abril de 2008
Para quando uma noticia que "alegre" o nosso ego? Eu sei que somos capazes de fazer melhor! Ex.: A Expo 98; O Euro 2004; A Via Verde; ... De que estamos à espera?
Pedro Marques Pereira, editorial do "Diário Económico", 29 de Abril de 2008
Para quando uma noticia que "alegre" o nosso ego? Eu sei que somos capazes de fazer melhor! Ex.: A Expo 98; O Euro 2004; A Via Verde; ... De que estamos à espera?
Odivelas no Coração
O Movimento Odivelas no Coração já tem site e está activo - http://www.odivelascoracao.pt/
Vamos todos trabalhar por um Concelho melhor!
Veja e divulgue!
Vamos todos trabalhar por um Concelho melhor!
Veja e divulgue!
sábado, 26 de abril de 2008
Movimentos Cívicos e Democracia
A Democracia está doente em Portugal. Quando a população já não acredita em partidos e politicos, é de imediato desvalorizado o verdadeiro significado da expressão "liberdade". Face a esta fraqueza momentânea da "Democracia Portuguesa", existe uma nova forma de expressão popular, que lhe vai permitir "curar-se" rapidamente. O aparecimento súbito e acelerado de Movimentos Cívicos, trazem consigo uma nova onda de esperança e concerteza uma lufada de ar fresco a esta DEMOCRACIA actual tão "bafienta".
O Concelho de Odivelas teve essa percepção e não se deixou atrasar. Por esse motivo, já constituiu o seu movimento civico. Para dar voz aos cidadãos, já existe o MOVIMENTO ODIVELAS no CORAÇÃO. Estamos a contar consigo. Contacte-nos para o e-mail: odivelas.coracao@gmail.com
O Concelho de Odivelas teve essa percepção e não se deixou atrasar. Por esse motivo, já constituiu o seu movimento civico. Para dar voz aos cidadãos, já existe o MOVIMENTO ODIVELAS no CORAÇÃO. Estamos a contar consigo. Contacte-nos para o e-mail: odivelas.coracao@gmail.com
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Documento assinado por figuras do PS critica situação actual do país
A democracia tem destas "coisas". Quando se julgava que os cidadãos esqueceram que o País existe, (e que inclusivamente até se esqueceram de si próprios) eis que um momento de discernimento nos desperta do marasmo em que vivemos e nos diz que existe um país pelo qual devemos lutar. É o nosso futuro que está em jogo. Vamos aproveitar o momento?
domingo, 20 de abril de 2008
Confira as semelhanças...

Veja as diferenças...
Em Odivelas, uma viatura Audi propriedade da Câmara Municipal, esteve "sob prisão preventiva" durante três meses, porque foi apanhada em excesso de velocidade, a 140Km/hora, na A1, aparentemente em fuga, pois não levava condutor!
Em Lamego, uma viatura Mercedes propriedade da Câmara Municipal, ao serviço do Senhor Presidente da Câmara, desapareceu numa noite de Verão, aparentemente de nevoeiro, porque até hoje ninguém mais lhe viu rasto, (ao carro, claro)!
Moral da história: Cá como Lá, não é tempo de mudança?
sábado, 19 de abril de 2008
Movimento Odivelas no Coração
A minha divida de gratidão para com Odivelas, justifica a integração no grupo de fundadores do Movimento Odivelas no Coração, que já "gatinha" no Concelho.
Com a devida vénia ao Diário de Odivelas:
O movimento cívico impulsionado pelo ex-vereador Vítor Peixoto já está constituído e adoptou a designação de MOC, Movimento Odivelas no Coração, com as mesmas iniciais do movimento que lutou pela criação do concelho de Odivelas, MOC, Movimento Odivelas a Concelho. Em Nota de Imprensa enviada ao Diário de Odivelas o movimento dá conta de que tem a forma de associação e foi constituído a 16 de Janeiro por escritura celebrada em Odivelas. Segundo a Nota o movimento conta já com uma «Comissão Instaladora de seis elementos, que se comprometem a realizar os procedimentos necessários à captação de novos aderentes e eleição dos corpos sociais».A nova organização define-se como «Um movimento de cidadãos interessados na defesa da qualidade de vida e no incremento da actividade cívica no Concelho de Odivelas», considerando-se «Um coração novo para Odivelas, uma lufada de ar fresco que se pretende perpasse por todas as pessoas e com elas percorra um novo caminho neste território, um caminho saudável cuja meta fundamental seja o progresso sustentável de toda a grande comunidade desta nossa terra».Os fundadores do MOC dizem que «É com honestidade que queremos participar na vida do Concelho de Odivelas. É com isenção que pretendemos tratar todos os problemas e munícipes. É com independência que estamos dispostos a intervir. É com plena dedicação que encaramos a causa pública. É com respeito que nos revemos em cada indivíduo» acrescentando que «É com a cabeça que projectamos o futuro, é com o Coração que abraçamos Odivelas».O Movimento Odivelas no Coração tem uma sede provisória na Póvoa de santo Adrião e diz procurar «Instalações adequadas ao seu funcionamento e ao acesso das pessoas interessadas». Os seis elementos que compõem a Comissão Instaladora são: António Eduardo Gonçalves, Joaquim Santos Lourenço, Jorge Ramos Silva, José Barão das Neves, Lurdes Carreto e Vítor Peixoto.
Com a devida vénia ao Diário de Odivelas:
O movimento cívico impulsionado pelo ex-vereador Vítor Peixoto já está constituído e adoptou a designação de MOC, Movimento Odivelas no Coração, com as mesmas iniciais do movimento que lutou pela criação do concelho de Odivelas, MOC, Movimento Odivelas a Concelho. Em Nota de Imprensa enviada ao Diário de Odivelas o movimento dá conta de que tem a forma de associação e foi constituído a 16 de Janeiro por escritura celebrada em Odivelas. Segundo a Nota o movimento conta já com uma «Comissão Instaladora de seis elementos, que se comprometem a realizar os procedimentos necessários à captação de novos aderentes e eleição dos corpos sociais».A nova organização define-se como «Um movimento de cidadãos interessados na defesa da qualidade de vida e no incremento da actividade cívica no Concelho de Odivelas», considerando-se «Um coração novo para Odivelas, uma lufada de ar fresco que se pretende perpasse por todas as pessoas e com elas percorra um novo caminho neste território, um caminho saudável cuja meta fundamental seja o progresso sustentável de toda a grande comunidade desta nossa terra».Os fundadores do MOC dizem que «É com honestidade que queremos participar na vida do Concelho de Odivelas. É com isenção que pretendemos tratar todos os problemas e munícipes. É com independência que estamos dispostos a intervir. É com plena dedicação que encaramos a causa pública. É com respeito que nos revemos em cada indivíduo» acrescentando que «É com a cabeça que projectamos o futuro, é com o Coração que abraçamos Odivelas».O Movimento Odivelas no Coração tem uma sede provisória na Póvoa de santo Adrião e diz procurar «Instalações adequadas ao seu funcionamento e ao acesso das pessoas interessadas». Os seis elementos que compõem a Comissão Instaladora são: António Eduardo Gonçalves, Joaquim Santos Lourenço, Jorge Ramos Silva, José Barão das Neves, Lurdes Carreto e Vítor Peixoto.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Por Causas em Odivelas
Despertar a Cidadania em Odivelas – Artigo de opinião por Joaquim Lourenço
Invariavelmente tenho sido questionado sobre o motivo que me levou a aderir a um movimento em Odivelas, dado que é desconhecida a minha intervenção cívica passada. Recordo que um determinado jornal da urbe, questionou o que tinha andado a fazer, porque o senhor jornalista nunca tinha ouvido falar na minha pessoa. Infelizmente para muitos jornais locais e regionais, é visível que vivem da imagem da figura do Presidente da Câmara, o que me leva a pensar que estamos numa excessiva promoção da imagem e marketing público de determinado sistema vigente.
Para que se saiba, a intervenção cívica nunca passou apenas pela acção partidária. Por exemplo, a actividade de âmbito social em Comissões de Moradores, é tão digna como qualquer outra actividade cívica, desde que sirva causas públicas ou comuns.
A grande verdade é que nos últimos actos democráticos, em que a população foi consultada, temos verificado que cada vez mais, surgem grupos de cidadãos que concorrem a órgãos de poder. Face a esta verdade, pergunto: Os partidos políticos não estão a ficar fechados e obsoletos? Questiono-me muitas vezes se não estão reféns de lobbies ou outro tipo de sincronias que os amordaça. Isto apesar de concordar que existem pessoas nesses mesmos partidos, com vontade de servir e ouvir o cidadão comum. No entanto, eles não são em número suficiente, pelo que desse modo, julgo existir amplo espaço para o surgimento de novos movimentos associativos com fins cívicos, pois a riqueza intelectual, técnica e criativa está a perder-se nas estruturas politicas locais e nacionais, onde o independente ideológico, o homem das causas começa a desvanecer-se.
A História, já demasiadas vezes nos mostrou que precisamos de mecanismos que evitem novos sistemas ditatoriais, onde o respeito pelos direitos mais elementares do género Humano é negligenciado, com nefastas consequências ao nível sociológico, económico e científico. Assim sendo, os cidadãos podem e devem tomar papel activo, para que não se criem poderosos sistemas à margem da lei que monopolizem as nossas vidas. A proliferação da corrupção é em parte reflexo e consequência disso mesmo e a antecipação a movimentos de contestação ao status, promove e mantém viva a imagem sacrossanta dos autarcas, sendo que as despesas são sempre suportadas pelos cofres públicos ou seja, pagas por todos nós.
A constituição no nosso concelho de um movimento cívico, pode terminar com o poder autárquico que existe e que não é diferente da generalidade do país, onde ainda restam honrosas excepções. A alternância é capaz de criar dinamismos que de outro modo tendem a não funcionar, vivendo-se do que na gíria chamamos “à sombra da bananeira”.
De um modo geral, sinto que existe na população um sentimento de esperança se houver alternativa e também me dou conta que existem muitas pessoas com vontade de encetar maior participação activa nos destinos do concelho, mas que por motivos vários andam dispersas ou não se identificam com os sistemas partidários. No entanto, estas pessoas possuem ideias, capacidades e competências que estão a ser desaproveitadas. Dado que sou um dos cidadãos que pretende que apareçam alternativas e que acredita nos movimentos cívicos como um modo de rejuvenescer a democracia, estou disponível para a mudança.
Contem comigo.
Joaquim Santos Lourenço
Invariavelmente tenho sido questionado sobre o motivo que me levou a aderir a um movimento em Odivelas, dado que é desconhecida a minha intervenção cívica passada. Recordo que um determinado jornal da urbe, questionou o que tinha andado a fazer, porque o senhor jornalista nunca tinha ouvido falar na minha pessoa. Infelizmente para muitos jornais locais e regionais, é visível que vivem da imagem da figura do Presidente da Câmara, o que me leva a pensar que estamos numa excessiva promoção da imagem e marketing público de determinado sistema vigente.
Para que se saiba, a intervenção cívica nunca passou apenas pela acção partidária. Por exemplo, a actividade de âmbito social em Comissões de Moradores, é tão digna como qualquer outra actividade cívica, desde que sirva causas públicas ou comuns.
A grande verdade é que nos últimos actos democráticos, em que a população foi consultada, temos verificado que cada vez mais, surgem grupos de cidadãos que concorrem a órgãos de poder. Face a esta verdade, pergunto: Os partidos políticos não estão a ficar fechados e obsoletos? Questiono-me muitas vezes se não estão reféns de lobbies ou outro tipo de sincronias que os amordaça. Isto apesar de concordar que existem pessoas nesses mesmos partidos, com vontade de servir e ouvir o cidadão comum. No entanto, eles não são em número suficiente, pelo que desse modo, julgo existir amplo espaço para o surgimento de novos movimentos associativos com fins cívicos, pois a riqueza intelectual, técnica e criativa está a perder-se nas estruturas politicas locais e nacionais, onde o independente ideológico, o homem das causas começa a desvanecer-se.
A História, já demasiadas vezes nos mostrou que precisamos de mecanismos que evitem novos sistemas ditatoriais, onde o respeito pelos direitos mais elementares do género Humano é negligenciado, com nefastas consequências ao nível sociológico, económico e científico. Assim sendo, os cidadãos podem e devem tomar papel activo, para que não se criem poderosos sistemas à margem da lei que monopolizem as nossas vidas. A proliferação da corrupção é em parte reflexo e consequência disso mesmo e a antecipação a movimentos de contestação ao status, promove e mantém viva a imagem sacrossanta dos autarcas, sendo que as despesas são sempre suportadas pelos cofres públicos ou seja, pagas por todos nós.
A constituição no nosso concelho de um movimento cívico, pode terminar com o poder autárquico que existe e que não é diferente da generalidade do país, onde ainda restam honrosas excepções. A alternância é capaz de criar dinamismos que de outro modo tendem a não funcionar, vivendo-se do que na gíria chamamos “à sombra da bananeira”.
De um modo geral, sinto que existe na população um sentimento de esperança se houver alternativa e também me dou conta que existem muitas pessoas com vontade de encetar maior participação activa nos destinos do concelho, mas que por motivos vários andam dispersas ou não se identificam com os sistemas partidários. No entanto, estas pessoas possuem ideias, capacidades e competências que estão a ser desaproveitadas. Dado que sou um dos cidadãos que pretende que apareçam alternativas e que acredita nos movimentos cívicos como um modo de rejuvenescer a democracia, estou disponível para a mudança.
Contem comigo.
Joaquim Santos Lourenço
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